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CARGAS OU BÊNÇÃOS?

Da maneira como eu sempre o vira, a idéia geralmente aceita era que as crianças são cargas, exceto por umas poucas vezes na vida quando tudo pode andar tão perfeito entre o casal que eles vêem uma nova vida como algo positivo. Descobri que a perspectiva católica é que os bebês são bênçãos e embora a gravidez possa ser evitada por razões poderosas, se formos tão longe como para adotar uma "mentalidade anticonceptiva" -acreditando no direito do sexo com prazer, mas odiando suas propriedades geradoras de vida- não só estamos faltando o respeito a este ato que está entre os mais sagrados, senão que começamos a ver a nova vida como o inimigo.


Dei-me conta que o uso generalizado e a aceitação dos anticonceptivos em nossa cultura significavam que a "mentalidade anticonceptiva" para o sexo era agora a atitude por defeito. Como sociedade, tínhamos certeza de que tínhamos direito aos aspectos agradáveis e de relações que implicam sexo inclusive quando nos opomos à nova vida que dessa relação possa surgir. A opção de abster-nos do ato que gera crianças, se elas forem vistas como uma carga, havia sido eliminada de nosso léxico cultural. Inclusive se ficar grávida fosse uma crise de proporções, de qualquer jeito teríamos direito a ter sexo. Se isto fosse verdadeiro -se fosse moralmente aceitável para que as pessoas façam sexo inclusive quando pensam que uma criança pode arruinar suas vidas- então o aborto, tal como eu via as coisas, deveria ser aceito.Na realidade, eu deveria ter tido um olhar objetivo a respeito do início da vida e haver baseado meus pontos vista só nisso, mas a mentira era tentadora demais. Não queria escutar muito sobre corações batendo, almas ou atividade cerebral.


Terminar uma gravidez simplesmente tinha que ser aceitável, porque ter um filho, transformar-se em pai é um tremendo assunto, e a sociedade deixara bem claro que o sexo não era um assunto tão tremendo. Enquanto eu aceitasse a premissa de que ter sexo com uma mentalidade anticonceptiva era moralmente aceitável, não podia considerar que o aborto pudesse não ser aceitável. Parecia desumano obrigar as mulheres a enfrentar conseqüências que alterariam suas vidas eternamente, por um ato que não contavam que trouxesse conseqüências que alterariam suas vidas.


Dada educação, a idéia católica de que sempre devemos tratar o ato sexual com assombro e respeito, tanto assim que deveríamos simplesmente abster-nos se nos opomos a seu potencial criador de vida, era uma mensagem revolucionária. Ser capaz de considerar honradamente quando começa a vida, abrir meu coração e minha mente à maravilha e dignidade, inclusive ao mais diminuto de meus semelhantes, não me afetou, até compreender, em primeiro lugar, a natureza do ato que cria estas pequenas vidas.


Todos estes pensamentos estavam sendo filtrados em meu cérebro, durante um tempo, e percebi que estava cada vez mais de acordo com as posições pró-vida. E certa noite converti-me oficialmente e abertamente ao movimento pró-vida. Estava lendo outro relato das sociedades gregas onde as crianças recém-nascidas eram abandonadas para que morressem, perguntando-me como as pessoas normais podiam fazer algo assim, e senti um calafrio pelo corpo: eu sei como faziam isso.Nesse momento me dei conta que pessoas perfeitamente boas e bem intencionadas -pessoas como eu mesma- podem apoiar tamanhas maldades pelo poder das mentiras. Por minha própria experiência, soube como os gregos, os romanos e pessoas de outras sociedades podiam ficar num estado mental tal que podiam deixar um recém nascido abandonado para que morresse. As verdadeiras pressões da vida -"não podemos manter outra criança", "não podemos ter outra menina", "não teria uma boa vida"- tornaram-nos susceptíveis à tentação de desumanizar outros seres humanos.


Apesar de que as circunstâncias fossem diferentes, o mesmo processo acontecera comigo com o movimento pró-aborto e com qualquer um que tenha tentado desumanizar pessoas que lhes resultassem incômodas.Suspeito que enquanto esses pais gregos entregavam seus recém-nascidos para que alguém os levasse, comentavam o pouco que se pareciam estas pequenas criaturas com seus outros filhos: não podiam falar, não podiam sentar, e certamente esses pequenos bocejos e sorrisos eram só reações involuntárias. Aposto que se referiam a essas crianças com palavras diferentes das que usavam para referir-se aos filhos que conservavam. Talvez eles fossem chamados como "fetos".


Jennifer Fulwiler é uma desenhista de página web que vive em Austin, Texas, com seu marido e seus três filhos. Foi atéia e em 2007 se converteu ao catolicismo e escreve sobre sua conversão em:

http://www.conversiondiary.com/.Jennifer Fulwiler escreveu este artigo para a revista America: www.americamagazine.org.www.miradaglobal.com   (Fonte: www.amaivos.com.br)

 

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