A Arquidiocese de São Paulo, com o apoio da Pastoral Familiar, está implantando o Centro de Ajuda a Mulher, que tem como objetivo identificar e auxiliar gestantes em crise, com intenção de abortar, para orientá-las, quanto aos riscos provenientes deste procedimento, considerando alternativas para manter a gravidez ou para que estejam em posição de tomar uma decisão responsável a este respeito.
Este projeto iniciou-se em 1989, no México, com a benção da Igreja Católica, se estendendo por toda a América Latina, inclusive no Brasil, onde o primeiro Centro foi implantado na cidade de Jacareí (SP).
Para salvar vidas o projeto oferece à gestante que desiste do procedimento e mantém sua gravidez, orientação pessoal, familiar, espiritual, atendimento telefônico e presencial, acompanhamento individual, procurando auxiliar quando se fizer necessário, com despesas, testes de gravidez, ultrassom, enxoval, em alguns casos encaminhamento a casas de acolhimento, à adoção, acompanhamento médico e psicológico (especializado em gravidez, parto e puerpério),
Em São Paulo, o Centro será complementado com o Projeto Raquel, um projeto iniciado nos EUA, com o apoio da conferência episcopal norte-americana, que consiste em uma rede de pessoas que prestam ajuda, incluindo sacerdotes, conselheiros leigos e outros, oferecendo cuidado individual ás pessoas que estão sofrendo após o envolvimento em algum aborto.
O Projeto Raquel é dirigido a mulheres, homens e seus familiares envolvidos com aborto, bem como conselheiros e profissionais voluntários (médicos, psicólogos, e outros) e a Igreja (padres, religiosos), tendo como ponto alto o encontro com Cristo no Sacramento da Reconciliação e consequentemente os outros sacramentos.
Na segunda-feira, 7, às 19h, aconteceu a celebração de inauguração do Centro de Ajuda em São Paulo, presidida por dom Joaquim Justino Carreira, bispo auxiliar de São Paulo e referencial da Pastoral Familiar da Arquidiocese.
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