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SEXO E CRIAÇÃO DE VIDA

Por haver crescido na classe média secular norte-americana, eu via o sexo como algo desconectado da idéia de criar vida. Durante toda minha infância não conheci ninguém que tivesse um irmãozinho ou irmãzinha; a tal ponto que quando os pais do bairro falavam de gravidez era para dizer que estavam contentes porque estavam "prontos". Nas aulas de educação sexual na escola secundária, não aprendemos que o sexo dava origem às crianças, senão que o sexo sem proteção gerava bebês.

Inclusive recentemente, antes que nosso casamento fosse abençoado pela Igreja Católica, meu marido e eu fizemos um curso sobre como construir um bom casamento. Era uma série (vídeo) de um grupo cristão não-confessional, e na parte sobre "bom sexo" jamais se falou de crianças. Em todo o tema de criar laços, fazer massagens, a intimidade e manter-se em forma, o mais próximo que estiveram de relacionar o sexo com a criação de vida foi uma breve nota que sugeria do que os casais deveriam discutir o tema da anticoncepção.Durante toda minha vida a mensagem que sempre ouvi forte e clara, era que o sexo era para obter prazer e criar laços, que seu potencial para criar vida era meramente tangencial, quase a ponto de esquecê-lo.


Esta perspectiva foi a base de minha visão sobre o aborto. Dado que, por defeito, via o sexo como algo distante da possibilidade de criar vida, pensava na gravidez não desejada como algo parecido a ser atingido por um raio, quando se caminha pela rua -algo totalmente imprevisível e imerecido que pode suceder às pessoas com vidas normais-. Meu ponto de vista pró-aborto (e imagino que os de muitos outros) estavam motivados por uma preocupação amorosa: simplesmente não queria que as mulheres sofressem, que tivessem que desvalorizar-se, encarregando-se de gravidez não desejadas. Já que era uma parte inerente de minha cosmovisão que todos, exceto aqueles que sofriam de ressaca, em algum momento faziam sexo, e que em circunstâncias normais o sexo só se trata da relação entre duas pessoas, senti-me atraída para uma das mentiras mais tentadoras da história humana: : o inimigo não é humano.


Os bebês transformaram-se em inimigos por sua tendência a aparecer e arruinar tudo; e assim como as sociedades se sentem tentadas a desumanizar seus semelhantes do outro lado da linha, durante tempos de guerra, eu também, e nós como sociedade, havíamos desumanizado o que víamos como inimigo do sexo. Tudo mudou à medida que li os pontos de vista da Igreja Católica sobre sexo, casamento e anticoncepção. Eu sempre havia assumido que os ensinamentos católicos contra o controle da natalidade eram idéias antiquadas, inclusive como uma tentativa pouco dissimulada para oprimir os fiéis. No entanto, esses ensinamentos expressam uma maneira fundamentalmente diferente de ver o sexo. E quando descobri isto, nunca mais vi o mundo do mesmo modo.

 

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