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TRANSTORNO CRESCENTE

Com seu comentário percebi que meus pontos de vista favoráveis ao aborto me colocaram na posição de decidir quais vidas eram dignas de serem vividas e inclusive quem poderia ser considerado humano. Eu, com os doutores, o governo e outros advogados do aborto, decidiríamos onde traçar esta linha crucial. Quando acessava "web sites" católicos ou livros que afirmavam que "a vida se inicia com a concepção", burlava-me, como era meu costume; não obstante percebi que estava cada vez mais incômoda com minha defesa.


Dei-me conta de que meu critério para determinar quando começa a vida era de uma ambigüidade angustiante. Estava entregando o ônus da prova aos fetos, para que eles me demonstrassem que eram humanos, e eu um juiz severo. Percebi que olhava para outro lado quando ouvia falar sobre as ecografias em 3D que mostravam os fetos tocando o rosto, sorrindo e abrindo os olhos em etapas de desenvolvimento durante as quais ainda considerava o aborto aceitável. À medida que a tecnologia moderna mostrou cada vez mais evidências de que os fetos também são humanos, eu simplesmente deslocava o limite do que eu considerava humano.Em certo momento comecei a sentir que estava mais decidida a seguir sendo pró-aborto que a analisar honestamente quem era humano e quem não era.


Também comecei a ver este fenômeno em outras pessoas dentro da comunidade pró-aborto. Conforme comecei a pesquisar temas como o aborto tardio, com freqüência, fiquei atônita a ponto de sentir-me fisicamente mal, ao descobrir o nível de maldade que uma pessoa pode suportar. Não podia acreditar no que meus olhos liam, ao descobrir que profissionais razoáveis e instruídos justificavam calmamente o infanticídio, simplesmente chamando as vítimas de fetos em vez de bebês. Esse foi o momento em que mentalmente dei um passo atrás a respeito de todo o movimento pró-aborto.


Se isto é o que significava ser pró-aborto, eu não era pró-aborto.No entanto, eu ainda não podia me catalogar como pró-vida.Admiti que provavelmente eu também mentira a mim mesma para poder manter meu apoio ao aborto. No entanto havia uma tremenda pressão que me impediu ver o tema com objetividade. Algo dentro de mim gritava que não era justo proibir o aborto para as mulheres, pelo menos durante o primeiro trimestre, no sentido mais nefasto da palavra. Inclusive à medida que me aproximei da religião, mentalmente, deixei de lado a idéia de que provavelmente todos os seres humanos tenham uma alma eterna que lhes foi dada por Deus, que é digna de respeito e consideração. Descobrir quando recebemos essa alma foi muito complicado, sendo a resposta mais óbvia "na concepção", em vez de algum ponto arbitrário durante a gestação. Só aceitei quando passei a valorizar os pontos de vista da sociedade sobre o sexo que permearam a consciência de meu grupo é que fui capaz de libertar a pressão interna que sentia e ver o aborto de maneira decidida.

 

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